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Brunno Daltro transforma um beijo inesquecível em música em “Tô Querendo de Novo”

today15 de janeiro de 2026

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Ator, cantor e influenciador carioca, Brunno Daltro vem construindo uma trajetória consistente na música pop brasileira, equilibrando carisma, narrativa e identidade artística. Conhecido do grande público por seus trabalhos na TV, o artista tem consolidado, no último ano, uma presença cada vez mais autoral na música, apostando em canções que dialogam com o cotidiano, o afeto e as relações contemporâneas.

Após chamar atenção com lançamentos como “Deixa” e “Vai Que”, Brunno iniciou em dezembro de 2025 um novo capítulo em sua carreira com “Tô Querendo de Novo”, primeiro single lançado pelo selo GoPOP. A faixa aposta em um pop romântico leve, bem-humorado e ensolarado, inspirado naquele beijo impossível de esquecer – uma memória que insiste em voltar e transforma o dia comum em algo extraordinário.

A UC entrevistou Brunno Daltro de forma exclusiva. Confira abaixo:

UC: “Tô Querendo de Novo” fala sobre um beijo que marca e insiste em voltar à mente. Em que momento essa história nasceu e o que te motivou a transformá-la em música?

Essa música nasceu muito de uma sensação simples, mas poderosa, que todo mundo já viveu. Às vezes é só um beijo, um encontro rápido, mas que muda completamente o clima do dia e passa a ocupar o pensamento sem pedir licença. Eu quis falar desse impacto com leveza, sem drama excessivo, deixando a canção fluir de forma espontânea, quase como um pensamento que vai e volta.

UC: A faixa tem um clima ensolarado, com humor e swing brasileiro. Esse tom mais leve foi uma escolha consciente dentro do seu momento artístico?

Totalmente consciente. Eu estou em uma fase em que quero comunicar de forma mais direta e afetiva. “Tô Querendo de Novo” não tenta explicar demais o sentimento, ela simplesmente acontece. O swing, o violão, essa atmosfera mais solar têm muito a ver comigo, com o Rio e com a maneira como eu gosto de viver e contar histórias hoje.

UC: Musicalmente, a canção traz uma interpretação bem próxima, quase conversada. Como foi construir essa entrega vocal?

Eu quis cantar como quem conta algo para um amigo. A interpretação precisava ser natural, sem excesso de técnica aparente, porque a música fala de algo cotidiano. Esse cuidado foi importante para que a canção soasse verdadeira e criasse identificação logo na primeira escuta.

UC: O videoclipe traz uma narrativa simbólica, com a bailarina representando essa lembrança que acompanha o personagem. Como você se envolveu na construção desse conceito?

Desde o início, pensamos o clipe como uma extensão da mente do personagem. A bailarina surge como essa memória viva, que dança ali, silenciosa, guiando os pensamentos. O Teatro Carlos Gomes vira quase um espaço interno, um lugar onde realidade e imaginação se misturam. Eu gosto quando o visual não entrega tudo de forma literal, mas convida quem assiste a sentir.

UC: Como ator, você sente que essa formação influencia diretamente a maneira como você pensa música, imagem e narrativa?

Com certeza. Eu penso música como cena, como atmosfera. Sempre imagino personagem, intenção, espaço. Isso aparece na forma de cantar, de se movimentar em cena e também nas escolhas visuais. Mesmo quando a música é leve, existe uma história sendo contada ali.

UC: “Tô Querendo de Novo” marca seu primeiro lançamento pela GoPOP. O que esse início de parceria representa para você?

Representa um novo fôlego criativo. A GoPOP me dá espaço para experimentar, testar ideias e amadurecer projetos sem pressa. É uma parceria que respeita meu tempo e minha identidade, o que faz toda a diferença nesse momento da carreira.

UC: O público tem acompanhado uma sequência de lançamentos que mostram diferentes camadas suas. Como você enxerga esse momento de construção artística?

Eu vejo como um período de afirmação. Não é sobre mudar quem eu sou, mas sobre ampliar as possibilidades. Quero mostrar que posso transitar por diferentes sentimentos e sonoridades, mantendo coerência. Cada música revela uma parte, mas todas vêm do mesmo lugar.

UC: Olhando para 2026, o que você pode adiantar sobre os próximos passos? Existe uma nova era sendo desenhada?

Existe, sim, algo sendo pensado com muito cuidado. Ainda é cedo para falar detalhes, mas posso dizer que vem uma fase mais conectada à escuta, à interpretação e a sonoridades que me permitem aprofundar emoções. É um processo em construção, sem pressa, mas muito verdadeiro.

UC: Para quem ouvir “Tô Querendo de Novo” pela primeira vez, o que você espera que essa música desperte?

Espero que desperte identificação. Que a pessoa sorria, lembre de alguém, de um momento, de um beijo que ficou na memória. Se a música fizer companhia para alguém em um dia comum, ela já cumpriu o papel dela.


Escrito por Redação UpdateCharts

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