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Giulia Be explorou o “ghosting” com estética sombria no single “poltergeist”

today18 de março de 2026

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De volta ao inglês, Giulia Be apresentou o single “poltergeist”, faixa que integrou seu projeto musical trilíngue homônimo e aprofundou o conceito de ghosting, quando alguém desaparece de uma relação sem explicação. Na música, a artista amplia essa ideia ao retratar o vínculo que, mesmo após o fim, permanece como uma espécie de “assombração” emocional.

Escrita pela própria cantora, “poltergeist” combinou batidas pop com atmosfera sombria e pulsante. A faixa trouxe uma narrativa marcada por ironia e intensidade, explorando a ideia de que certas conexões não desaparecem completamente, apenas mudam de forma.

Foto: Jonathan Wolpert

A produção ficou por conta de Stuart Crichton, responsável também por “fool for love”, faixa que abriu o projeto trilíngue da artista. O produtor já trabalhou com nomes como Backstreet Boys, Kesha, Elton John e Louis Tomlinson.

Segundo Giulia, a música foi escrita anos antes de seu lançamento, mas ganhou nova força ao ser revisitada durante o desenvolvimento do projeto. A proposta era levar a narrativa para um território mais profundo e intenso, alinhado à fase criativa atual da cantora.

A estética visual da faixa seguiu a mesma atmosfera. O videoclipe, dirigido por Olivia Mucida, com direção criativa de Giulia, Olivia e Lennyn Salinas, apresentou uma personagem que reconhece o próprio magnetismo. Cercada por elementos simbólicos e cenários de forte contraste visual, a narrativa reforça a ideia de que o verdadeiro poder não está em desaparecer, mas em permanecer como presença impossível de ignorar.

Foto: Lennyn Salinas

“Poltergeist” deu continuidade ao projeto “GIULIA BE”, obra audiovisual trilíngue que revelou diferentes facetas da artista ao longo de faixas como “fool for love”, “bye bye bahia”, “viciada” e “delícia proibida”. Cada música explorou uma camada distinta de emoção, desejo e identidade artística.

Concebido como um universo narrativo em capítulos, o projeto foi pensado para reunir 21 músicas e 21 videoclipes, conectando diferentes idiomas e referências culturais. Nesse conceito, cada língua ocupa um papel específico na trajetória da artista: o inglês ligado à vivência internacional, o espanhol à intensidade emocional e o português às suas origens.

A construção do projeto marcou um momento de maturidade criativa para Giulia Be e reforçou seu posicionamento internacional. Parte do casting global da Sony Music, a cantora conduziu o trabalho ao lado do irmão Dany Marinho e de produtores que já colaboraram com artistas como Rihanna, Lana Del Rey, Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Madonna.

Com essa proposta ambiciosa, a artista consolidou um projeto que busca dialogar simultaneamente com públicos do Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa.

Escrito por Thais Ribeiro


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